O Artista por trás do Bug.

Pedro Bolito. Nascido em 1973. Artista desde 1989.

Não sou uma agência. Sou a resistência.

A Experiência por Trás do Bug

A minha formação e trajetória não se resumem a uma única área. Sou da geração ‘Loading’ — cresci com os primeiros jogos de computador, a aprendizagem de informática e a magia da fotografia analógica. Esta mistura de impulsos visuais, entre o digital e o físico, cimentou a base do meu olhar criativo.

Estudei Design Gráfico e Publicidade, e a minha escola foi a rua e as redações. Passei por jornais, revistas, agências de comunicação, empresas multinacionais, estúdios de fotografia e cenografia de teatro. Acompanhei todo o processo nas gráficas, desde a maquete ao produto final.

É essa bagagem 360º que trago para o Bug’Studio. O domínio técnico e a experiência de mercado garantem que a tua ideia é executada com rigor, seja numa tela, num mural ou numa peça em madeira. A diferença é que uso esse conhecimento técnico para a arte, não para a linha de montagem. Eu conheço as regras do jogo — e escolho subvertê-las.

No fundo, a minha arte não é apenas técnica. É uma vida inteira de observação.

A Minha Luta (e a tua).

Vivemos num mundo onde o design está a tornar-se uma linha de montagem. A inteligência artificial cospe a mesma fórmula: logótipos assépticos, paletas pastel, sorrisos corporativos. Tudo igual. Tudo sem alma. Tudo sem público. Chamam-lhe ‘eficiência’; eu chamo-lhe bullshit.

Não faço design para agradar algoritmos. Faço arte para humanos. Com ranhuras, com erro, com uma voz que não se repete. Cada projeto tem um destino, um conceito, uma pessoa do outro lado.

Eu não luto contra a IA.
Eu sou a resistência.

A Visão Criativa

A Bug’Studio não é apenas um nome. É um ecossistema. Do pixel à parede, da tela à animação, da escultura em madeira ao design gráfico. O meu olho é a minha visão criativa; segue a minha consciência. Não olho para o que está na moda; olho para o que precisa de ser dito.

Trabalho com marcas que não têm medo de se destacar, que valorizam o toque humano e que percebem que a arte não é um extra, é a base da comunicação.

Pronto para criar algo real?